Ibope revela que maioria da população é contra Reforma da Previdência

Pesquisa Ibope revela que a maioria da população é contra a reforma da previdência e acredita que a condução da economia no governo de Michel Temer vai muito mal. O Ibope ouviu 2002 pessoas entre os dias 25 e 29 de janeiro, em 140 municípios. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

A pesquisa foi contratada pelo próprio governo e mostrou que só 14% dos brasileiros aprovam a Reforma da Previdência. Mesmo com bilhões sendo gastos pelo governo em propagandas favoráveis à reforma, além de não conseguir convencer os trabalhadores, que são os mais prejudicados, uma parte do congresso também não tem acordo total com o projeto. Continue lendo

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TST reúne-se terça (6) para discutir decisões pós-Reforma Trabalhista

O Pleno do Tribunal Superior do Trabalho (TST) reúne-se, na terça-feira (6), a partir da 14h, para discutir as alterações de sua jurisprudência em função das mudanças na CLT introduzidas pela Reforma Trabalhista (Lei 13.467/17).

O ponto de partida dos debates é uma proposta, elaborada pela Comissão de Jurisprudência e Precedentes Normativos do TST em novembro de 2017, que trata de 34 temas que foram objeto de mudança legislativa, entre eles horas de deslocamento (in itinere), diárias de viagem e supressão de gratificação de função.

“Não há dúvidas de que, a partir da entrada em vigor da Reforma Trabalhista, em 11 de novembro de 2017, muitas súmulas precisam ser revistas”, afirma o presidente do TST, ministro Ives Gandra Martins Filho. Continue lendo

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Com Michel Temer, informalidade se consolidada no Brasil

Foram 12,3 milhões de pessoas desempregadas no trimestre encerrado em dez de 2017 . A desocupação recua, mas com informalidade superando os contratos formais de trabalho

Para Altair Garcia, técnico da subsede do Dieese na Força, a  informalidade se consolida no Brasil. As contratações sem carteira e por contra própria predominam: 34,3 milhões de informais contra 33,3 milhões com carteira assinada.

Clique aqui para mais informações.

FONTE: Subsede do Dieese na Força Sindical

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Diretoria da Fetim debate as lutas do movimento sindical de 2018

Reunida na tarde desta segunda-feira em Curitiba, a diretoria da Fetim, debateu a conjuntura politica/econômica e das lutas 2018 e também a luta pelos acordos salariais.

A reunião contou com a participação dos presidentes e diretores dos Sindicatos de Curitiba, Maringá, Cascavel, Londrina, Guarapuava, Paranaguá e Irati e foi realizada no novo endereço da entidade na Lamenha Lins, 981, no Rebouças. O debate contou também com a participação do advogado trabalhista, Iraci Borges.

Os assuntos em pauta englobaram além da luta pelos acordos salariais em várias regiões do estado, a conjuntura atual do país, principalmente sobre os reflexos da reforma trabalhista aprovada no ano passado.

Um dos pontos principais foi em relação ao fim da contribuição sindical. Nesta questão o presidente da Fetim, Sérgio Butka foi enfático ao sinalizar uma alternativa necessária, ” o Sindicato que não focar na sindicalização não vai sobreviver, e isto precisa ser feito o quanto antes, se não vai ficar mais difícil ainda lá para frente”.

Em breve, mais informações.

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Palavra do Presidente: Dívida Pública dobra em 6 anos! Precisamos abrir essa caixa preta já!

Por Sérgio Butka*

A situação da dívida pública brasileira é uma vergonha! Uma picaretagem sem tamanho!! Há muito tempo vemos quase metade do orçamento do país indo parar na mão de bancos e sistema financeiro internacional e ninguém se mexe pra mudar isso!! Em 6 anos, a dívida pública brasileira quase dobrou e já chega em R$ 3,56 trilhões!! Isso porque a cada dia sobem a taxa de juros e turbinam ainda mais essa dívida, fazendo com que hoje ninguém saiba o que realmente o país deve e o que é fruto dos juros abusivos.

O resultado dessa picaretagem é um dos maiores esquemas de corrupção do Brasil. Enquanto a economia agoniza com empresas quebrando e o trabalhador vive cercado pelo desemprego e pouco crédito, os bancos comemoram lucros recordes em 2017.

Mas não para por aí!! A situação piorou ainda mais nos últimos anos. Em dezembro de 2016 congelaram gastos públicos e investimentos em áreas importantes como saúde e educação e só a dívida pública segue crescendo. Ou seja, é cada vez mais dinheiro do país indo parar no bolso dos banqueiros ao redor do mundo, enquanto o bolso do trabalhador brasileiro agoniza. Se em 2015 e 2016 a dívida comeu metade do nosso orçamento, já dá pra imaginar a situação que nos espera nos próximos anos.

Não podemos mais aceitar isso. Quanto mais o tempo passa, mais essa fatia de juros aumenta. Se estamos pagando tanto, todos os anos, por que essa dívida nunca diminuiu? Por isso é que acreditamos que a única saída é abrir essa caixa preta! Precisamos urgente de uma auditoria cidadã da dívida pública no Brasil. Ou fazemos essa auditoria para a população ver o que está sendo pago e PARA QUEM está indo nosso dinheiro, ou vamos continuar sofrendo com crise, desemprego e falta de investimentos em saúde, educação e infraestrutura.

Vamos pra luta!

*Sérgio Butka é Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba, da Federação dos Metalúrgicos do Paraná (Fetim) e da Força Sindical do Paraná.

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Dívida Pública dobra em 6 anos e chega a R$ 3,56 trilhões

A Dívida Pública do Brasil (que inclui o endividamento interno e externo do país) fechou 2017 em R$ 3,56 trilhões. O valor representa representa quase 15% de aumento em um ano e quase o dobro do que era em 2011.

Se não bastasse o alto valor da Dívida, a situação é ainda mais grave porque o pagamento dela consome metade do orçamento anual do país, mas ainda assim não vemos ela diminuir. Estranho né?! Se estamos gastando tanto com o pagamento dessa dívida, por que o valor dela só aumenta?!

O governo precisa abrir essa caixa preta e se explicar para a população JÁ!

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Sindicato dos Metalúrgicos de Curitiba completa 98 anos de lutas e conquistas

Neste dia 28 de janeiro, o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba, filiado à Fetim e à Força Paraná, completa 98 anos de história. Uma marca que pouquíssimas entidades alcançaram no Brasil e no Mundo. E isso só foi possível graças à confiança depositada por cada metalúrgicos no trabalho que o SMC realiza desde seus primeiros anos de fundação.

Com garra, união e muito trabalho, hoje a família metalúrgica da Grande Curitiba é uma das categorias que mais conquistou ao longo da história. Em quase 100 anos de lutas, os trabalhadores saíram de uma situação de exploração dos anos 1920, quando o metalúrgico recebia baixíssimos salários e trabalhava em condições precárias, para ser hoje uma das categorias que mais avança no país.

Por isso neste dia especial, toda a diretoria da Fetim parabeniza o Sindicato e todos os trabalhadores que mantém a chama de luta viva ao longo de todos esses anos.

Parabéns metalúrgicos de Curitiba!!

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“Comecem a reforma da previdência cobrando grandes empresas”, diz Bispo

Bispo Dom Angélico

Dom Angélico, 85 anos: “Estão querendo vender o Brasil para os interesses de grandes indústrias estrangeiras”.

Dom Angélico Sândalo Bernardino, bispo emérito de Blumenau (SC) reiterou, durante missa no último sábado (20), que o pais sofre os efeitos do golpe parlamentar. A missa comemorava os 85 anos do sacerdote, conhecido pela defesa da democracia e dos mais pobres. Após criticar as reformas trabalhista e previdenciária de Michel Temer, Dom Angélico pediu que o povo abra os olhos e resista. “É esse o presente que peço para vocês no dia do aniversário desse velhinho”, disse.

Dom Angélico iniciou a intervenção com o sermão da montanha dando ênfase “aos bem-aventurados perseguidos por causa da justiça. Deles é o reino”. No meio da semana, o ex-presidente Lula, amigo de Dom Angélico, fez uma visita surpresa ao bispo para desejar feliz aniversário. Na próxima quarta-feira (24), Lula será julgado no TRF-4, em Porto Alegre. O tribunal decide se mantém a sentença do juiz Sérgio Moro que condenou Lula pelo caso do Tripléx do Guarujá. Movimentos sociais, juristas e diversos partidos políticos tem denunciado a parcialidade do julgamento do ex-presidente. Continue lendo

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Valor do salário mínimo não recompõe poder de compra, diz Dieese

O governo anunciou no final passado o valor do salário mínimo, com reajuste abaixo da inflação. A partir de 1º de janeiro o valor do salário mínimo passou para R$ 954 e segundo nota divulgada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômico o valor não recompõe poder de compra do Salário Mínimo.

Este valor é resultado do aumento de 1,81% sobre os R$ 937,00 que vigoraram durante 2017. O percentual é menor que a variação anual do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que, em 2017, foi de 2,07%. “É necessária, portanto, a revisão do reajuste anunciado, de modo a devolver ao salário mínimo o poder de compra do início do ano passado”, diz o texto.

A nota diz ainda que é necessária também a incorporação da perda de 0,10% que lhe foi imposta em janeiro de 2017. A política de valorização do Salário Mínimo.

Vale destacar que em 2004, as Centrais Sindicais, por meio de movimento unitário, lançaram a campanha pela valorização do salário mínimo. Nesta campanha, foram realizadas três marchas conjuntas em Brasília com o objetivo de pressionar e, ao mesmo tempo, fortalecer a opinião dos poderes Executivo e Legislativo sobre a importância social e econômica dessa proposta.

No texto o Dieese menciona ainda que “como resultado dessas marchas, o salário mínimo, em maio de 2005, passou de R$ 260,00 para R$ 300,00. Em abril de 2006, foi elevado para R$ 350,00; e, em abril de 2007, corrigido para R$ 380,00. Em março de 2008, o salário mínimo foi alterado para R$ 415,00; e, em fevereiro de 2009, fixado em R$ 465,00. Em janeiro de 2010, o piso salarial do país passou a R$ 510,00, o que lhe conferiu aumento real de 6,02%.”

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SUBINDO O SARRAFO! Governo quer elevar a idade para idoso pobre se aposentar

O governo Michel Temer planeja elevar a idade mínima para idosos pobres receberem benefício assistencial, caso consiga aprovar a reforma da Previdência neste ano, segundo o Ministério do Desenvolvimento Social, responsável pela política.

O secretário-executivo da pasta e ministro em exercício, Alberto Beltrame, disse à Folha que a ideia é aumentar para 68 anos a idade mínima do BPC (Benefício de Prestação Continuada), que hoje está em 65 anos.

“A idade do BPC, em aprovada a mudança da idade da Previdência, tem que subir um pouco”, afirmou. “O que estamos falando aqui é de colocar em torno de 68 anos.”

A explicação para a mudança, segundo Beltrame, é que manter a idade do BPC em 65 anos “pode ser desestimulante à contribuição” à Previdência.

Diferente de uma aposentadoria, o BPC é assistencial e não exige contribuição anterior ao INSS.

O benefício, no valor de um salário mínimo (R$ 954), é pago a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda. Para receber, é necessário que a renda familiar por pessoa seja inferior, hoje, a R$ 238,50.

Da forma como está hoje, a reforma acaba com a aposentadoria por tempo de contribuição e estabelece idade mínima de 65 (homem) e 62 (mulher) na área urbana.

Na versão original, o texto trazia grandes alterações no BPC: aumentava a idade mínima para 70 anos, no caso dos idosos, e desvinculava o benefício do salário mínimo.

Alterado pelo Congresso, o texto aprovado em comissão especial estabelecia a idade de 68 anos para o BPC.

A versão mais recente, contudo, tirou essas mudanças no benefício assistencial –ou seja, valem os atuais 65 anos.

O movimento de retirar alterações no BPC e na aposentadoria rural foi feito em acordo do governo com o relator, deputado Arthur Maia (PPS-BA), para fortalecer o discurso de que a reforma acaba com privilégios.

O próprio Temer destacou a decisão em discurso em dezembro: “Hoje, quando se pergunta: ‘Por que você não vota na Previdência? É porque prejudica os trabalhadores rurais?’, Não, porque foram excluídos. ‘É porque prejudica os idosos pobres que chegam aos 65 e, se não têm contribuição, podem receber um salário mínimo?’ Também não, porque foram excluídos.”

Fonte: Folha de S. Paulo

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