Renault investe na produção de motores

Empresa aplica R$ 750 milhões e aumenta capacidade de fazer 1.0 e 1.6 SCe

Crescimento sustentado no mercado brasileiro e América do Sul levaram Renault a investir R$ 750 milhões em duas fábricas dentro de sua área industrial em São José dos Pinhais (PR). A Curitiba Injeção de Alumínio mobilizou 2 mil pessoas em equipes em 11 países, aplicou R$ 350 milhões, recebeu equipamentos e tecnologia para incrementar a produção de blocos, por injeção de alta pressão e baixa pressão para fabricar cabeçotes SCe do motor 1.6. E justifica a aplicação de outros R$ 400 milhões na Curitiba Motores, CMO, o êxito no emprego dos motores 1.0 SCe e 1.6 SCe, caracterizados por baixo consumo de combustível e ótimo torque em baixas rotações, com perfeita adequação à variada linha de produtos.

Renault tem planos de maior penetração nos mercados nacional e nos vizinhos da América Latina, e dispor de capacidade industrial é fator preponderante. A CMO já produziu 3,5 milhões de motores, exportando 1,4 milhão. A unidade industrial contempla novas linhas de usinagem para motores e virabrequins em aço para os motores 1.6 SCe feitos em casa, e cabeçotes produzidos na vizinha CIA. Na grande equipe montada mundialmente chama atenção a participação dos técnicos e engenheiros da Renault Sport, cedendo tecnologia ESM – Energy Smart Management – e a bomba de óleo com vazão variável para reduzir consumo, tecnologias absorvidas de sua equipe de Fórmula 1.

Luiz Pedrucci, presidente após larga carreira na empresa, crê na disponibilidade das novas capacidades para aumentar a competitividade e aumentar o índice de produção local. Olivier Murguet, presidente da Renault América Latina, vê o investimento como incontestável prova da crença no país, sua recuperação econômica, e a importância estratégica para crescer vendas na América Latina.

Renault fará inauguração formal das novas unidades dia 6 de março.

Fonte: Automotive Business/Roberto Nasser

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Venda de veículos cresce 22% em janeiro

As vendas de veículos começaram bem o ano: em janeiro, os emplacamentos cresceram 22% na comparação com o mesmo mês de 2017, ao registrar um total de 175,5 mil unidades, entre automóveis e comerciais leves, de acordo com dados divulgados na pela Fenabrave, entidade que reúne as concessionárias. Este é o melhor volume dos últimos dois anos para o mês de janeiro: no ano passado, os licenciamentos ficaram em 143,5 mil e no janeiro anterior, não passaram de 149,6 mil.

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Vendas de carretas crescem 63% em janeiro, aponta Anfir

Total de implementos da linha pesada fecha o mês em 2,3 mil unidades

As vendas de implementos rodoviários pesados, que contabilizam reboques e semirreboques, cresceram 63% em janeiro quando comparadas com o idêntico mês do ano passado: foram emplacadas 2.391 unidades, contra as 1.467 de um ano antes, segundo dados divulgados na quinta-feira, 8, pela Anfir, associação das fabricantes. Os dados indicam que o segmento pesado (carretas), que conseguiu encerrar 2017 com resultado positivo, segue com expectativa de alta.

O segmento leve, de carroceria sobre chassi, também iniciou o ano com números positivos ao registrar aumento de 46% nos emplacamentos de janeiro, para 2.940 unidades. Na soma dos dois segmentos, a indústria de implementos rodoviários totaliza 5.331 produtos vendidos em janeiro, avanço de 53% no comparativo anual. Continue lendo

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Montadoras colocam mais dinheiro no Brasil em 2017

Em 2017, filiais brasileiras das montadoras receberam US$ 6,4 bilhões líquidos; remessas de lucros às matrizes foram de apenas US$ 232 milhões.

Os dados foram publicados pelo portal Automotive Business. Confira a matéria completa publicada pelo portal: Continue lendo

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Fecopar e Força PR promovem seminário “O que Mudou na Contribuição Sindical – Alertas e Orientações sobre a Nova Legislação”

Para compreender as mudanças na Contribuição Sindical, causadas pela Reforma Trabalhista em vigor desde novembro de 2017, a Força Paraná e a Federação dos Contabilistas do Paraná (Fecopar) estão promovendo o Seminário “O que Mudou na Contribuição Sindical – Alertas e Orientações sobre a Nova Legislação”. O evento ocorre no próximo dia 20 de fevereiro, no Auditório Diamiro Cordeiro da Fonseca, na Nova Sede do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (Av. Presid. Getúlio Vargas, 3692 – Curitiba).

O objetivo do encontro é esclarecer como os magistrados da Justiça do Trabalho estão tratando do assunto, compreender quais são os riscos às empresas e entidades em caso do não cumprimento da Legislação e analisar as decisões judiciais e a jurisprudência que está se formando sobre o tema.

Conferências com os doutores:

- Dr. Gláucio Araújo de Oliveira – Procurador-chefe do Ministério Público no Paraná

- Dr. Luiz Fernando Busnardo – Chefe da Seção de Relações do Trabalho da Superintendência Regional do Ministério do Trabalho no Paraná

- Dr João Nery Campanário – Advogado da Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos e da Força Sindical Nacional

Contabilistas, Advogados, Recursos Humanos, Assessores Jurídicos e Representantes de Entidades de Classe de todo o Brasil estão convidados.

Para participar, inscreva-se pelo site www.fsindical.com.br/evento ou pelos telefones 41 3219-6450 e 41 3219-6454. O evento também terá transmissão ao vivo. Inscreva-se para acompanhar em tempo real.

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Custo da cesta básica aumenta em 20 capitais do Brasil

Dieese revela que o trabalhador comprometeu 44,21% do salário para adquirir produtos em janeiro

Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos mostra que o custo de alimentos essenciais aumentou nas 20 capitais avaliadas, em janeiro. O levantamento também revelou que o trabalhador comprometeu 44,21% do salário para adquirir produtos.

Conforme divulgou, ontem (7), o Departamento Intersindical de Economia e Estatística (Dieese), as altas mais expressivas nesse custo relativo à cesta básica ocorreram em João Pessoa (11,91%) e Brasília (9,67%). As menores taxas foram nas cidades de Goiânia (0,42%) e Manaus (2,59%).

A cesta mais cara foi a de Porto Alegre (R$ 446,69), seguida do Rio de Janeiro (R$ 443,81) e da cidade de São Paulo (R$ 439,20).

Em 12 meses até janeiro de 2018, 14 cidades pesquisadas pelo Dieese apresentaram queda, com destaque para Manaus (-9,93%) e Belém (-9,70%). As altas foram registradas em seis capitais e as mais expressivas ocorreram em Natal (de 3,11%) e Recife (de 2,90%).

Salário mínimo

Quando se compara o custo da cesta e o salário mínimo líquido, verificou-se que o trabalhador remunerado comprometeu, em janeiro, 44,21% para adquirir os mesmos produtos que, em dezembro de 2017, demandavam 42,52%.

Com base na cesta mais cara e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia entre outros, o Dieese apontou que em janeiro de 2018, esse salário deveria equivaler a R$ 3.752,65, ou 3,93 vezes seu valor oficial de R$ 954,00.

Em 2017, o mínimo era de R$ 937,00 e o necessário correspondeu a, pelo menos, R$ 3.811,29 (ou 4,07 vezes o mínimo então em vigor).

Ainda segundo a pesquisa, neste começo de ano, com o reajuste de apenas 1,81% no salário mínimo, o tempo médio necessário para adquirir os produtos da cesta básica foi de 89 horas e 29 minutos. Em dezembro, a jornada necessária era de 86 horas e 04 minutos.

Fonte: DCI

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Os impactos da indústria 4.0 no mundo do trabalho

Roberto Anacleto, assessor técnico do Dieese

A Indústria 4.0, chamada de 4ª Revolução Industrial e Manufatura Avançada, tem definido um sistema de produção capaz de aumentar a produtividade por intermédio da integração de robôs e sistemas de Tecnologia da Informação e Comunicações.

Quem fala sobre este tema ao Observatório Metalúrgico da CNTM é Roberto Anacleto, 42 anos, assessor técnico do Dieese, da subseção da CNTM (Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos/Força Sindical), com formação em Administração e pós-graduação em Economia do Trabalho e mestrando em Políticas Públicas.

Confira abaixo a entrevista:

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Metalúrgicos alemães conquistam redução de jornada de 35 para 28 horas semanais

Metalúrgicos alemães mostraram o resultado de trabalhadores engajados e sindicato atuante. O IG Mettal, o mais forte sindicato alemão, que representa trabalhadores nos setores metalúrgico e automotivo, garantiu a cerca de 900 mil trabalhadores a redução da jornada de trabalho de 35 para 28 horas semanais e um aumento salarial de 4,3%.

A vitória que abre importante precedente. A expectativa agora é que os benefícios conquistados influenciem outras negociações, na Alemanha e no mundo, já que dar aos trabalhadores o direito de encurtar as horas de trabalho e poder determinar o próprio balanço entre vida privada e trabalho é uma excelente resposta para novas modalidades industriais e qualidade de vida trabalhista.

De agora em diante, os metalúrgicos do setor, com pelo menos dois anos de trabalho na empresa, poderão solicitar a redução da jornada semanal de trabalho sem redução de salário por um período que pode ir de seis até 24 meses. Passado esse tempo, o trabalhador terá a garantia de retornar ao seu posto em período integral. Continue lendo

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Montadoras batem recorde de exportação em janeiro de 2018

Resultado, 23% superior a janeiro de 2017, impulsionou produção e empregos no setor

A indústria automobilística brasileira iniciou o ano com volume recorde de exportação para o mês de janeiro, com 47 mil unidades vendidas fora do País, alta de 23,6% em relação ao mesmo mês de 2017. O resultado ajudou a impulsionar a produção e os empregos do setor.

Mais da metade dos carros exportados foi para a Argentina, que segue sendo a principal cliente do Brasil. Em valores, foram exportados, ao todo, US$ 1,03 bilhão, 26% a mais que em janeiro do ano passado.

Por terem importado, nos últimos dois anos, volume de carros acima da regra estabelecida no acordo automotivo, montadoras argentinas terão de dar cartas de crédito ao governo local para evitar que eventuais calotes em multas a serem aplicadas ao final do acordo, em 2020. O chamado regime flex prevê que, para cada US$ 1 exportado para o Brasil, a Argentina pode importar R$ 1,5 sem impostos.

A produção de veículos em janeiro somou 216,8 mil automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, volume 24,6% maior que o de um ano atrás.

Essa alta também teve reflexo nos empregos, com a abertura de 676 vagas e do retorno de 164 funcionários que estavam em lay-off (contratos suspensos).

As montadoras ainda têm 1.721 trabalhadores com jornada reduzida ou em lay-off. “Está havendo um crescimento gradual de empregos, gota a gota”, diz o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale. Em março passado o setor tinha 36 mil funcionários afastados ou com jornada reduzida. Desde 2014, quase 28 mil postos foram fechados.

Megale acredita que, após o retorno de todo o pessoal afastado, deve ocorrer mais contratações. Nos últimos meses, cinco empresas anunciaram aumento de turnos de trabalho e algumas operam com horas extras.

Há um receio entre as montadoras de que as fabricantes de autopeças não consigam acompanhar o ritmo da produção e falte componentes, pois os fornecedores também enxugaram seus quadros. “Há um descompasso e já vemos algumas montadoras com dificuldades em reforçar a produção”, diz Megale.

As vendas somaram 181,3 mil veículos, crescimento de 23% ante um ano atrás. Fábricas e revendas têm 228,7 mil unidades em estoque, equivalentes e 38 dias de vendas. Embora a média ideal seja de 30 dias, Megale afirma não ser preocupante pois tradicionalmente o ritmo de vendas em janeiro é mais lento.

Fonte: Estadão

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Setor automobilístico ampliou empregos em janeiro

O setor automobilístico fechou o mês de janeiro de 2018 empregando 128.951 trabalhadores, conforme estudo feito pelo Dieese. Segundo o técnico Roberto Anacleto, da CNTM (Confederação Nacional dos Metalúrgicos), na comparação com mês anterior os dados de emprego de janeiro de 2018 apresentaram ampliação de empregos a partir da abertura de 676 postos de trabalho no mês, totalizando um crescimento de 0,5%, pelo terceiro mês seguido tem se o crescimento do número de empregos no período analisado.

CLIQUE AQUI e leia o relatório completo do técnico do Dieese, Roberto Anacleto.

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