Palavra do presidente: Sem contribuição sindical trabalhador ficará sem representação

Descontente com a posição do movimento sindical em relação às propostas de reformas da Previdência e sindical o governo tenta diminuir nosso poder de mobilização, ameaçando acabar com a contribuição sindical que garante a representação dos trabalhadores.

Com a desculpa de que existem muitos sindicatos no Brasil, o relator da reforma sindical propõe o fim da contribuição sindical compulsória. Ele esquece que a representação sindical no Brasil é pela unicidade na base, ou seja, não pode ter mais que um Sindicato na mesma, pelo menos não poderia.

O fim da contribuição compulsória acabará definitivamente com a unicidade sindical e vai liberar a pluralidade sindical no Brasil. Isto aumentará ainda mais o numero de Sindicatos, tanto de trabalhadores como de empresas. O trabalhador descontente com seu atual Sindicato terá que escolher outra entidade para representá-lo nas negociações de data-base, Participação nos Lucros ou Resultados (PLR), entre outros acordos.

A contribuição sindical é que define pela unicidade sindical a qual Sindicato o trabalhador pertence e que terá de ser representado. No modelo de pluralidade a representação é definida pela sindicalização do trabalhador em determinada entidade para que a mesma o represente. Isto seja nas negociações de reajustes salariais, PLR e outros acordos que estabeleçam normas ou condições de trabalho.

Sem uma representação sindical os trabalhadores ficarão desassistidos e não serão contemplados pelos Acordos Coletivos ou Convenções Coletivas.

Por outro lado, tentando salvar o relator da reforma sindical, o ministro do trabalho se colocou contra o fim da contribuição sindical compulsória e estuda uma forma de garantir a unicidade sindical.

Todo este esforço seria desnecessário se o Ministério do Trabalho e Emprego neste governo e em outros tivesse respeitado o sistema de unicidade (somente uma representação na mesma base territorial) e não feito concessões para novos sindicatos na mesma base territorial. Hoje teríamos somente 1/10 das entidades existentes no Brasil conforme estudo recente do DIEESE.

Se a preocupação do governo é mesmo o numero de entidades sindicais no Brasil, basta cancelar as concessões irregulares, criadas para atender pedidos de deputados, senadores, governadores, prefeitos e empresários. Feito isto, cairá drasticamente o numero de entidades no país.

O que está tirando o sono dos trabalhadores é o desemprego, terceirização, aposentadoria com oitenta anos, pejotização, entre outros.

É isso que preocupa os trabalhadores e a população brasileira, e lógico, também os deputados que se esqueceram das promessas feitas aos seus eleitores nas suas campanhas. Mas é bom lembrar, 2018 está chegando.

NENHUM DIREITO A MENOS

Sérgio Butka

Presidente da Fetim

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Eleita a nova diretoria da Fetim

Por unanimidade foi eleita nesta segunda-feira (06) a nova diretoria (2017/23) da Federação dos Metalúrgicos do Paraná. A eleição realizada na sede da entidade sindical situada no bairro Rebouças, em Curitiba.

Confira abaixo os nomes da chapa eleita:

Presidente Sérgio Butka
Primeiro Vice Presidente Sebastião Raimundo da Silva
Segundo Vice Presidente Epifânio Magalhães de Oliveira
Secretário Geral Alfani Alves
Primeiro Secretário Luiz Antonio Ciunek
Segundo Secretário Geraldo Rocha
Tesoureiro Geral Roberto Eduardo Eltermann
Primeiro Tesoureiro Francisco de Assis Neves Martins
Segundo Tesoureiro Sebastião dos Santos Simões
Secretário de Assuntos Sindicais Claudio Gramm
Secretário de Comunicação e Assuntos Internacionais Jose Gildo da Silva Secretário de Assuntos Parlamentares Nelson Silva de Souza
Secretário de Patrimônio Ari Martins da Silva Pinto

SUPLENTES DE DIRETORIA: Jamil Davilla, José Roberto Athayde, Valdir de Souza, Olario Krieger, Algacir de Almeida Machado, Pedro Celso Rosa, Gerson Luiz Vuicik, Edson Antonio dos Anjos, Silvio Martins Nunes, Osvaldo da Silva Silveira, Jorandir Ferreira

EFETIVOS DO CONSELHO FISCAL: Jose Antonio Rodrigues, Eluirdo dos Santos e Almir Pereira Monteiro

SUPLENTES DO CONSELHO FISCAL: Joao amauri Bucco e Josélia Gomes Sampaio

DELEGADOS REPRESENTANTES EFETIVOS: Sérgio Butka e Claudio Gramm

DELEGADOS REPRESENTANTES SUPLENTES: Pedro Celso Rosa e Olário Krieger

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Sindicato dos Metalúrgicos de Londrina inaugura Parque Aquático

Pensando também no lazer do trabalhador sindicalizado o Sindicato dos Metalúrgicos de Londrina inaugurou no ultimo dia 15 de janeiro o Parque Aquático. A inauguração contou com a presença de várias lideranças sindicais.

“Sinto-me lisonjeado por estar à frente do sindicato na construção de mais um empreendimento destinado aos trabalhadores metalúrgicos, mas quero destacar a importância de poder contar sempre com o apoio da diretoria do sindicato, nos ajudando e dando credibilidade para que pudéssemos realizar mais este sonho. E também gostaria de agradecer o apoio irrestrito dos funcionários, tanto da área administrativa, quanto dos funcionários que nos ajudam a manter o clube sempre bonito.

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Nesta quinta, metalúrgicos fazem paralisação nacional contra corte de direitos e pela retomada da economia

Mais de dois milhões de trabalhadores em todo o país participarão do protesto unificado da categoria. Na Grande Curitiba, as ações acontecerão nas principais empresas, a partir das 6h, com a mobilização efetiva de mais de 30 mil metalúrgicos da capital e região metropolitana

Nesta quinta-feira, 29 de setembro, mais de dois milhões de metalúrgicos de todo o País cruzarão os braços para participar da paralisação nacional contra o corte de direitos e para exigir do governo ações efetivas para o reaquecimento da economia.

A mobilização faz parte da campanha nacional “Cortar Direitos Não Gera Emprego! Retomada da Economia Já!”. O “Dia de Unidade de Ação Metalúrgica em Defesa dos Direitos e da Aposentadoria”, é organizado pelas Confederações, Federações e mais de  500 Sindicatos de metalúrgicos do Brasil, ligados à Força Sindical, Central Única dos Trabalhadores (CUT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e da Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas).

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Campanha nacional “Cortar Direitos Não Gera Emprego! Retomada da Economia Já” Metalúrgicos da Grande Curitiba se mobilizam para ato no dia 29 contra corte de direitos trabalhistas e pela retomada econômica

Vinte mil trabalhadores de dez fábricas participaram hoje (22) de atos liderados pelo Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba em preparação para paralisação geral nacional da categoria agendada para 29 de setembro

Hoje, pela manhã (22), cerca de 20 mil metalúrgicos da Grande Curitiba participaram de mobilizações em preparação para o “Dia Nacional de Paralisações e Lutas pelos Direitos”, quando, no próximo dia 29 de setembro, mais de 2 milhões de metalúrgicos de todo o Brasil cruzarão os braços em protesto contra a retirada de direitos e para exigir do governo ações de retomada econômica. Os atos de hoje foram liderados pelo Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC) e mobilizaram os trabalhadores da Renault, Volkswagen, Volvo, Aker Solutions, Bosch, CNH, WHB, Furukawa, AAM do Brasil e Brafer. A iniciativa também faz parte das manifestações que as centrais sindicais convocaram nacionalmente nessa quinta-feira, em todo o País, pela retomada da economia.

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Nota de falecimento

A Fetim lamenta a perda da senhora Tereza Durval, mãe do presidente da Força Sindical e deputado federal (SDD), Paulo Pereira da Silva, o Paulinho. Tereza também era mãe dos sindicalistas Rubens e Valdir Pereira, diretores do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Mogi e Região.

O corpo de Tereza será velado no Velório Municipal de Caieiras Orlando Mollo, na Rua Padre Aquiles Silvestre nº 80, em Caieiras,  a partir das 14 horas. O sepultamento acontecerá às 17 horas no Cemitério da Saudade de Caieiras, ambos na região central da cidade.

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Com posições políticas divergentes, centrais sindicais organizam ato comum contra juros e desemprego

Com posicionamentos divergentes sobre o impeachment da presidente Dilma Rousseff e na relação com o governo interino de Michel Temer, as seis principais centrais sindicais do país organizam um inédito ato de rua em que estarão juntas por uma pauta trabalhista comum. CUT, Força Sindical, UGT, Nova Central, CTB e CSB marcharão unidas pela Avenida Paulista no próximo dia 19 para reivindicar a redução de juros e por mais empregos.

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Propor jornada de 80 horas semanais é uma provocação ao trabalhador brasileiro

Nós sindicalistas repudiamos a sugestão, proferida pelo presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, nesta sexta-feira (8), após uma reunião com o presidente interino Michel Temer e cerca de 100 empresários do Comitê de Líderes da MEI (Mobilização Empresarial pela Inovação), segundo a qual o Brasil deveria ampliar sua carga horária de trabalho em até 80 horas semanais e de 12 horas diárias para classe trabalhadora.
Neste momento em que as centrais sindicais buscam um diálogo, a fim de estabelecer um consenso benéfico para todos, tal afirmação, que faz lembrar a situação da classe operária do século 19, surge como uma provocação estapafúrdia ao povo brasileiro.

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Comissão Especial da Câmara aprova relatório sobre financiamento sindical

Relatório do deputado Bebeto (PSB-BA) propõe regulamentação da contribuição negocial; desconto será mensal e definido em assembleia; valor não poderá ultrapassar 1% da remuneração bruta anual; “É um passo importante para uma maior representatividade e fortalecimento do movimento sindical”, disse deputado Paulo Pereira da Silva, presidente da Força Sindical; tucanos votaram contra, mas foram minoria

A Comissão Especial que elabora projeto de lei sobre financiamento da atividade sindical aprovou quase que por unanimidade – apenas dois parlamentares votaram contra e teve apenas uma abstenção – o relatório, de autoria do deputado Adalberto Galvão, Bebeto (PSB-BA) propõe a regulamentação da contribuição negocial. “Queremos promover um regramento jurídico”, diz o deputado, acrescentando que atualmente já existem casos de cobrança que podem chegar a até 5% do rendimento dos trabalhadores.

“Com a regulamentação do financiamento sindical vamos garantir o aumento da representatividade e do fortalecimento do movimento sindical, neste momento em que se discute o avanço da negociação coletiva”, afirma o presidente da Comissão Especial, o deputado federal e presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, Paulinho.

A proposta prevê, ainda, a criação do Conselho Nacional de Autorregulação Sindical, para fixar parâmetros mínimos de organização sindical, como regras de eleições democráticas, mandato, transparência e gestão.

O relatório estabelece uma Contribuição Negocial, a ser descontada de trabalhadores e aprovada em assembleias. O valor não poderá ficar acima de 1% da remuneração bruta anual. Do total, 80% vai para os Sindicatos, 7% para a Federação, 5% para a Confederação e 5% para a Central Sindical, 0,5% para o Dieese, 2% para Conselho Nacional de Autorregulamentação Sindical e 0,5% para o Ministério do Trabalho.

Os deputados federais Orlando Silva (PCdoB/SP), Roberto Santiago (PSD/SP), e Leonardo Monteiro (PT/MG), junto com o presidente e o relator da Comissão, em debate sobre o tema ocorrido na última segunda-feira (04), na sede do Dieese, em São Paulo, contribuíram para que as centrais sindicais fechassem proposta unitária.

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NOTA OFICIAL DA FORÇA SINDICAL DO PARANÁ: Posição da Força Sindical nacional não reflete posição dos Sindicatos filiados

Alertamos que a posição da Força Sindical nacional emitida em nota oficial para repercutir as medidas econômicas anunciadas pelo presidente em exercício Michel Temer, nesta terça-feira (24/05), não reflete a posição dos seus Sindicatos filiados. Em nenhum momento, as entidades filiadas foram consultadas sobre sua visão do pacote anunciado.

Causa-nos estranheza que a nota elogia as medidas sem levar em conta os riscos maléficos que tais propostas podem causar nas áreas da saúde e educação ao desobrigar o Estado a cumprir o investimento mínimo como determina a Constituição Federal. Ao propor tal medida, o governo sinaliza que vai querer botar ordem na casa às custas, mais uma vez, dos trabalhadores e da população menos favorecida, contradizendo, dessa forma, a promessa que ele mesmo fez de que não mexeria em direitos trabalhistas e sociais.

Nossa Central sempre se pautou pela defesa dos direitos dos trabalhadores e da sociedade brasileira. Dessa forma, não é possível aplaudirmos cortes na educação e na saúde como sendo a saída para o Brasil sair da crise. O trabalhador já está tendo que pagar uma conta alta, ficando entre a cruz e a espada ao ser obrigado a escolher entre  sacrificar direitos ou manter empregos.

Assim, nós, da Força Paraná, reiteramos que não endossamos a nota emitida como sendo a posição da Central. A nota reflete apenas a opinião pessoal do presidente Paulinho da Força, e a de seu partido político, o Solidariedade, que faz parte da base política do novo governo.

Nossa posição é bem clara: Entendemos que ajustes para arrumar a economia são necessários. Mas deixamos claro que não vamos aceitar que a solução da crise seja feita às custas dos trabalhadores. Se o governo tem que cortar, que comece pela parte de cima da tabela, cortando a promiscuidade dos juros que alimentam os lucros dos bancos através da dívida pública, acabando com os milhares de privilégios que sustentam comissionados e a elite política e econômica do País com dinheiro público, aumentando a taxa sobre a remessa de lucros das empresas que recebem incentivos fiscais, fortalecendo o combate à corrupção, entre outras medidas desse porte.

Se for para arrumar a casa, que Temer comece primeiro cortando os privilégios da elite dominante. Tem nosso total apoio nesse sentido.

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