Federação dos Metalúrgicos do Paraná debate luta contra ameaças aos direitos trabalhistas

A diretoria da Federação dos Metalúrgicos do Paraná – Fetim – se reuniu na tarde desta quarta-feira (06) para debater a situação política nacional e suas consequências para os trabalhadores.  Para os diretores a situação real é a de que tanto com Dilma, como com Temer, os trabalhadores terão que estar unidos e mobilizados para enfrentar  a ofensiva patronal contra os seus direitos.

No Congresso, existem mais de 40 projetos que flexibilizam ou acabam com os direitos trabalhistas e sociais. Já o PMDB de Michel Temer, lançou o Ponte para o Futuro que, para o trabalhador, será uma ponte para o inferno, pois contem propostas totalmente favoráveis aos patronal e prejudiciais aos trabalhadores.

“Diante da conjuntura que se desenha no horizonte, se o trabalhador e o movimento sindical não estiverem unidos para enfrentar a tempestade que vem por aí, vão sofrer na pele as consequências.  É preciso união e luta para barrar a ofensiva contra os nossos direitos”, diz o presidente da Fetim, Sérgio Butka.

130 anos do 1º de Maio

Também foi debatido o 1º de Maio, dia do trabalhador. O objetivo é usar a data, que nesse ano completa 130 anos,  para reforçar a necessidade dos trabalhadores estarem unidos na luta para preservar seus direitos históricos, conquistados com muito suor e sangue. “É preciso resgatar o significado do 1º de Maio para mostrar aos mais jovens que todos os direitos que gozam agora não vieram de graça. E que se não tivermos os mesmo espírito de luta, corremos o risco de ficar sem esses direitos”, conclui Sérgio.

Participaram da reunião, os metalúrgicos da Grande Curitiba, de Cascavel, Londrina, Paranaguá, Irati, Maringá e de Pato Branco.

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Unidade: Rede Sindical da Thyssenkrupp debate estratégias para avançar na luta por melhores condições de trabalho e salário

Décimo encontro foi realizado em São José dos Pinhais (PR) e contou com a participação do SMC

Nesta quarta e quinta (30 e 31) foi realizado o 10ª encontro da Rede Sindical Thyssenkrupp em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba. O debate contou com várias lideranças sindicais ligadas a Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM-Força Sindical) e a Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM-CUT) de várias regiões que representam as unidades brasileiras da Thyssenkrupp, fabricante de elevadores e autopeças.

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Unidade: Rede Sindical da Thyssenkrupp debate estratégias para avançar na luta por melhores condições de trabalho e salário

Nesta quarta e quinta (30 e 31) foi realizado o 10ª encontro da Rede Sindical Thyssenkrupp em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba. O debate contou com várias lideranças sindicais ligadas a Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM-Força Sindical) e a Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM-CUT) de várias regiões que representam as unidades brasileiras da Thyssenkrupp, fabricante de elevadores e autopeças.

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Veja quem é a favor ou contra abrir a caixa preta da dívida pública brasileira

Força-PR iniciou trabalho para saber posicionamento dos deputados federais e senador do Paraná sobre o veto presidencial na Auditoria da Dívida Pública

Na ultima sexta-feira (04) a Força Sindical do Paraná iniciou um trabalho para intensificar a luta pela Auditoria da Dívida Pública no país. A central entrou em contato com os gabinetes de todos os deputados federais e senadores do estado.

O objetivo foi saber o posicionamento de cada parlamentar em relação ao veto aplicado pela presidente Dilma Roussef, em janeiro deste ano, que trava a abertura da caixa preta da dívida pública. Dos 30 deputados, 11 são pela derrubada do veto e dos 3 senadores, 2 também já tem o mesmo posicionamento. Os demais estão em cima do muro.

Uma votação para decidir se derrubava ou não o veto presidencial estava marcada para esta terça-feira (8) às 19h, no Congresso Nacional, porém, foi desmarcada, sem previsão de nova data.

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Transparência:Força-PR inicia hoje cruzada para saber posicionamento dos parlamentares do Paraná sobre abertura da caixa preta da dívida pública do Brasil

Derrubada do veto presidencial que proíbe a Auditoria da Dívida Pública no país será colocado em votação no Congresso Nacional na próxima terça-feira, dia 8, ás 19h

"Fórum da Dívida Pública, o Ralo do Nosso dinheiro", realizado pela Força-PR em 2015, com a participação da ex-auditora da Receita Federal e integrante do Comitê da Dívida Grega, Maria Lúcia Fatorelli, que lidera a Auditoria Cidadã da Dívida

Nesta sexta-feira (04) a Força-PR inicia um trabalho para saber o posicionamento dos trinta deputados federais e dos três senadores do Paraná em relação a abertura da caixa preta da dívida pública do Brasil. Para isto a central vai entrar em contato com os parlamentares para verificar se são contra ou a favor da abertura da caixa preta. O resultado será divulgado em painéis públicos espalhados em Curitiba e nas maiores cidades do estado.

A iniciativa da central antecede a votação que será realizada na terça-feira, dia 8, ás 19h, no Congresso Nacional. Nesta data os parlamentares decidirão se derrubam ou não veto aplicado em janeiro deste ano pela presidente Dilma Roussef que proíbe a Auditoria da Dívida Pública, medida incluída no Plano Plurianual (PPA 2016-2019).

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Nota da Força Sindical sobre decisão do Banco Central de manter a taxa Selic

É decepcionante perceber que o conservadorismo continua marcando as decisões do Comitê de Política Monetária – Copom. Ao manter a taxa Selic, o governo penaliza o setor produtivo e a geração de empregos e renda. É uma decisão nefasta, baseada em uma política econômica equivocada, que acelera a economia em direção a um redemoinho de incertezas, penalizando os trabalhadores.

É importante destacar que esta política de juros estratosféricos derruba a atividade econômica, deteriora o mercado de trabalho e a renda, aumenta o desemprego e diminui a capacidade de consumo das famílias. E, ainda, reduz a confiança e os investimentos, o que compromete a capacidade de crescimento econômico futuro.

Defendemos a imediata redução da taxa de juros e a implementação de uma política que priorize a retomada do investimento, o crescimento da economia, a geração de emprego, a redução da desigualdade social, o combate à pobreza e a distribuição de renda.

Portanto, a alta taxa básica de juros é totalmente contrária aos interesses da classe trabalhadora.

Fonte: Força Sindical

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Copom mantém juros em 14,25% ao ano pela quinta vez seguida

Pela quinta vez seguida, o Banco Central (BC) não mexeu nos juros básicos da economia. Por 6 votos a 2, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve hoje (2) a taxa Selic em 14,25% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas, que preveem que a taxa permanecerá inalterada até o fim do ano.

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Centrais protestam contra os juros altos em São Paulo

Hoje no Brasil não tem investimento, tem especulação. E  isso não gera emprego. É preciso mudar a política econômica para colocar, de novo, o Brasil nos trilhos do desenvolvimento. Temos feito nossa parte de traçar estratégias para que o País saia da crise, mas com os juros altos não dá”, declara Miguel Torres, vice-presidente da Força Sindical.

Miguel representou no ato contra os juros altos, realizado em frente o Banco Central, na Avenida Paulista, o presidente da Central, Paulo Pereira da Silva,que também é deputado federal. A manifestação foi realizada no 1º dia da reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), que divulga a nova taxa Selic amanhã (dia 2).

As centrais sindicais levaram para a manifestação, dez caixas de bananas que foram distribuídas para a população. Na banca onde foram colocadas as frutas havia uma faixa escrita:  “aumentar a taxa de juros é dar banana ao emprego”. “Reivindicamos uma política econômica  que beneficie os trabalhadores com emprego, consumo e renda”, afirma João Carlos Gonçalves, Juruna, secretário-geral da Força Sindical.

“Questionamos atual política econômica porque queremos a geração de emprego e renda para o País sair da crise”, destacou Nelson Silva Souza, presidente da Força Sindical-PR. Segundo ele, o caos provocado pelo desemprego precisa parar. “Não podemos baixar a cabeça, temos de enquadrar o Banco Central para baixar os juros”, disse.

O ato contra os juros altos teve também a participação dos estudantes que criticaram o fato de a política econômica afetar as pessoas mais pobres.

Fonte: Força Sindical

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Volks no Paraná: negociação em construção, mobilização em andamento e a luta vai esquentando!

3 de setembro – 2015 | Curitiba-PR | 9h35

Diretores do SMC debatem o foco deste ano nas negociações na Volks

O dia nem bem tinha amanhecido nesta quinta-feira, 3 de setembro, e os diretores do Sindicato que atuam na montadora Volkswagen, em São José dos Pinhais-PR, já estavam reunidos. O tema central da conversa era a campanha salarial 2015 e a negociação da 2ª parcela da PLR 2015. As negociações com a montadora alemã já começaram. Ontem, em reunião no Hotel Don Ricardo, em São José dos Pinhais, logo após almoço, ocorreram as primeiras tratativas entre representantes dos trabalhadores e da empresa. Hoje, as 10h00, no mesmo local, ocorre uma nova conversação.
Entre os números avaliados na reunião de hoje cedo, coordenada pelo presidente do Sindicato, Sérgio Butka, entraram os acordos fechados em outras plantas da montadora no País. Independente dos rumos que as coisas tomarem no Paraná, um fato já é consenso: se a gente não quiser ter o couro arrancado pela patrãozada, nesse contexto de crise, não vai ter outro caminho: vamos ter que partir pra luta e pra mobilização. Então, você que trabalha na Volks de SJP (e isso vale também para quem labuta nas outras empresas), fique esperto e se prepare. Ou a gente vai pra luta e se defende, ou a patrãozada vai rapelar nosso couro de um jeito que não vai sobrar nem o osso pra contar a história.
Então, vamos à luta, pessoal!
Fique ligado!! Em breve, mais informações.

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Metalúrgicos da Grande Curitiba afiam as armas para a batalha

2 de agosto de 2015 – Curitiba/PR

Presidente Sérgio Butka enfatiza a importância de a gente se organizar e partir pra ação

O contexto é de luta, o clima é de batalha. Quem não se preparar para a guerra vai levar chumbo e nem vai ver de onde a bala está vindo. É com esse espírito que o Sindicato está reunindo diariamente as lideranças sindicais que representam os trabalhadores nas maiores empresas da categoria. Nesta quarta-feira, 2 de agosto, o encontro foi com as lideranças da montadora francesa Renault, que fica instalada em São José dos Pinhais. Ontem, a reunião foi com os diretores que militam na Volvo. Em cada um dos encontros, os trabalhadores colocaram a mão na massa e já traçaram planos de ações e lutas para os próximos meses e anos. O fato é o seguinte: a crise tem data para acabar, e temos que ter isso em mente. Temos que estar preparados para enfrentar o momento e também para a retomada da economia, que mais cedo ou mais tarde, vai chegar. Por isso, a importância de se traçar as estratégias de ação com linhas claras de atuação. Foco e ação, no presente e no futuro!

“Se a gente ficar olhando a crise, atemorizados, sem ação e paralisados, vai sobrar pra nós", alerta o advogado trabalhista Iraci Borges.

“Esses planos de ação das sete maiores empresas vão contemplar também nossa atuação nas demais fábricas da nossa categoria”, anuncia o presidente do nosso Sindicato, Sérgio Butka. Entre os temas abordados na reunião, o presidente elencou temas como manutenção dos empregos, ações na comunidade local, Comissão Interna de Prevenção a Acidentes (Cipas), combate à terceirização ilegal, relação e comunicação com a empresa, plano de cargos e salários, relações sindicais, sindicalização, formação de cipeiros e dirigentes sindicais, negociação de data-base e representação sindical interna.

Ao lado do presidente Sérgio Butka, coordenaram a reunião o secretário-geral da nossa entidade, Jamil Davila, e o assessor jurídico do Sindicato, advogado Iraci da Silva Borges. Além deles, integraram ainda a mesa de condução o Presidente da Força Sindical do Paraná, Nelson Silva de Souza, o Nelsão, os diretores da executiva Osvaldo Silveira, Paulo Pissinini e Alceu Santos, o Gaúcho.

Refletir, organizar e partir para a ação

A inspiração que norteou a fala do assessor jurídico do Sindicato, o advogado Iraci da Silva Borges, que caminha ao nosso lado desde os anos 70, veio da palestra do famoso pensador patronal José Pastore, que tem vários títulos de doutorado e recebe “muito bem, obrigado” para defender o interesse dos patrões atuando em entidades patronais. Conforme relatou Iraci, José Pastore, em discurso proferido recentemente no “Seminário O Brasil não Pode Desperdiçar a Crise Atual”, foi enfático ao defender a ideia de que “o momento é aproveitar o contexto de crise para realizar as reformas” que, no final das contas, vão acabar com todos os direitos dos trabalhadores.

Aliás, é bem fácil saber o que a patrãozada está tramando para a gente e a forma como pretendem arrancar o nosso couro. Sobre o Seminário dos patrões citado por Iraci, veja, por exemplo, o que diz esse trecho do jornal O Estado de S. Paulo, o Estadão, tradicional veículo de comunicação de tendência fortemente ligado aos interesses empresariais (para ler na íntegra, clique aqui). Ele afirma: “O competente expositor, Octavio de Barros, economista-chefe do Bradesco, tomou uma posição clara [ no Seminário ] descrevendo a crise como aguda e suficientemente forte para levar o governo, a classe política e os agentes econômicos a avançarem em temas decisivos para o país (…) É nos momento de crise aguda que se promovem mudanças e reformas – dificilmente implementadas em condições de normalidade.”

Ora, ora, a gente, do Sindicato dos Metalúrgicos, pergunta: QUEM É O BRADESCO PARA DIZER O QUE DEVE SER FEITO NO BRASIL? Será que o diretor do Bradesco está preocupado com o povo brasileiro e com os trabalhadores do Brasil? Obviamente que não! O Bradesco mal cuida de seus próprios trabalhadores (basta ver o índice de suicídios e doenças mentais entre os bancários), quem dirá cuidar dos demais trabalhadores do Brasil! Naturalmente o Bradesco só está preocupado com seus próprios lucros e com a renda de seus acionistas.

Então, o problema está claro. Este é o risco que corremos nessa crise, se não agirmos. Ver um bando de banqueiros, sanguessugas que hoje já mamam quase metade do orçamento do Brasil com juros da dívida pública, dizendo “o que devemos fazer”.

É claro que as reformas que o diretor do Bradesco defende são os cortes dos gastos com educação, o corte de direitos históricos, o corte de aposentadorias, o fim do seguro-desemprego e de todos os outros benefícios sociais! Assim sobra mais dinheiro para os bancos faturarem como juros da dívida pública. Essa foi tônica do Seminário realizado dos patrões: “aproveitar a crise para tirar todos os direitos dos trabalhadores, para enxugar o Brasil, acabar com todas as garantias sociais que levamos anos para conquistar, inclusive reduzindo a renda e achatando os salários”.

E nós? Vamos ficar chupando o dedo?

E nós?  E nós, trabalhadores??? Vamos ficar de braços cruzados? Vamos ficar olhando e chupando o dedo? Essa é a questão que está na mesa para gente pensar (e agir!).

Alguns cortes de direitos já passaram. A Lei que aprova a terceirização de um jeito que acaba com todos os direitos trabalhistas já passou na Câmara Federal a agora está no Senado. No começo do ano, a presidente já baixou duas MPs que cortaram direitos dos trabalhadores na Previdência Social. Cada vez mais, alertou Iraci, os empresários vão lançar propostas absurdas que são subtrair e exterminar direitos que levamos décadas e décadas para conquistar. “Então, é hora de começar a preparar e partir pra ação!”

Finalizando sua fala, Iraci Borges foi enfático. “Se a gente ficar olhando a crise, atemorizados, sem ação e paralisados, vai sobrar pra nós. Vai cair tudo nas nossas costas. Temos que agir, e rápido. Se a gente deixar, logo não teremos nada. Os patrões estão se organizando fortemente. Nós temos que fazer a nossa parte e se organizar também”.

Como a nossa luta funciona

O secretário-geral Jamil Davila explicou aos dirigentes a organização interna do Sindicato, abordando como deve ser o fluxo de informações e a forma de tomada de decisões. Tudo com foco na melhor organização dos trabalhadores nas fábricas visando garantir melhores resultados e efetividade nas mobilizações. “Se a gente sabe onde quer chegar e tem um norte e objetivo claros, vamos dar um jeito, buscar os meios e partir pra lá. Agora sem destino, qualquer vento serve, mas não se vai a lugar nenhum”, comentou nosso secretário-geral.

“Se a gente sabe onde quer chegar e tem um norte e objetivo claros, vamos dar um jeito, buscar os meios e partir pra lá", ressalta o secretário geral do SMC, Jamil Davila

Falou também sobre metas de sindicalização, posturas na atuação sindical, relações com os trabalhadores e outros assuntos fundamentais para a construção de uma categoria cada vez mais forte e organizada.

Se preparar e partir pra luta!

Roberto Eltermman, o famoso “Robertão”, que também milita há décadas no nosso lado,  hoje diretor da Federação dos Metalúrgicos, relembrou os tempos de dificuldade de antigamente e destacou que dificuldades sempre fizeram parte da luta sindical, conclamando a diretoria para afiar os instrumentos, não se intimidar e pelo contrário, partir pra luta com força total! “Isso não é de hoje, não é a primeira dificuldade e não vai ser a última. Nós também tínhamos dificuldades. Até o ano de 84 a gente ralou muito para manter o emprego dos trabalhadores e o Sindicato forte. Isso faz parte. Temos que nos organizar e partir pra luta”.

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