Volks no Paraná: negociação em construção, mobilização em andamento e a luta vai esquentando!

3 de setembro – 2015 | Curitiba-PR | 9h35

Diretores do SMC debatem o foco deste ano nas negociações na Volks

O dia nem bem tinha amanhecido nesta quinta-feira, 3 de setembro, e os diretores do Sindicato que atuam na montadora Volkswagen, em São José dos Pinhais-PR, já estavam reunidos. O tema central da conversa era a campanha salarial 2015 e a negociação da 2ª parcela da PLR 2015. As negociações com a montadora alemã já começaram. Ontem, em reunião no Hotel Don Ricardo, em São José dos Pinhais, logo após almoço, ocorreram as primeiras tratativas entre representantes dos trabalhadores e da empresa. Hoje, as 10h00, no mesmo local, ocorre uma nova conversação.
Entre os números avaliados na reunião de hoje cedo, coordenada pelo presidente do Sindicato, Sérgio Butka, entraram os acordos fechados em outras plantas da montadora no País. Independente dos rumos que as coisas tomarem no Paraná, um fato já é consenso: se a gente não quiser ter o couro arrancado pela patrãozada, nesse contexto de crise, não vai ter outro caminho: vamos ter que partir pra luta e pra mobilização. Então, você que trabalha na Volks de SJP (e isso vale também para quem labuta nas outras empresas), fique esperto e se prepare. Ou a gente vai pra luta e se defende, ou a patrãozada vai rapelar nosso couro de um jeito que não vai sobrar nem o osso pra contar a história.
Então, vamos à luta, pessoal!
Fique ligado!! Em breve, mais informações.

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Metalúrgicos da Grande Curitiba afiam as armas para a batalha

2 de agosto de 2015 – Curitiba/PR

Presidente Sérgio Butka enfatiza a importância de a gente se organizar e partir pra ação

O contexto é de luta, o clima é de batalha. Quem não se preparar para a guerra vai levar chumbo e nem vai ver de onde a bala está vindo. É com esse espírito que o Sindicato está reunindo diariamente as lideranças sindicais que representam os trabalhadores nas maiores empresas da categoria. Nesta quarta-feira, 2 de agosto, o encontro foi com as lideranças da montadora francesa Renault, que fica instalada em São José dos Pinhais. Ontem, a reunião foi com os diretores que militam na Volvo. Em cada um dos encontros, os trabalhadores colocaram a mão na massa e já traçaram planos de ações e lutas para os próximos meses e anos. O fato é o seguinte: a crise tem data para acabar, e temos que ter isso em mente. Temos que estar preparados para enfrentar o momento e também para a retomada da economia, que mais cedo ou mais tarde, vai chegar. Por isso, a importância de se traçar as estratégias de ação com linhas claras de atuação. Foco e ação, no presente e no futuro!

“Se a gente ficar olhando a crise, atemorizados, sem ação e paralisados, vai sobrar pra nós", alerta o advogado trabalhista Iraci Borges.

“Esses planos de ação das sete maiores empresas vão contemplar também nossa atuação nas demais fábricas da nossa categoria”, anuncia o presidente do nosso Sindicato, Sérgio Butka. Entre os temas abordados na reunião, o presidente elencou temas como manutenção dos empregos, ações na comunidade local, Comissão Interna de Prevenção a Acidentes (Cipas), combate à terceirização ilegal, relação e comunicação com a empresa, plano de cargos e salários, relações sindicais, sindicalização, formação de cipeiros e dirigentes sindicais, negociação de data-base e representação sindical interna.

Ao lado do presidente Sérgio Butka, coordenaram a reunião o secretário-geral da nossa entidade, Jamil Davila, e o assessor jurídico do Sindicato, advogado Iraci da Silva Borges. Além deles, integraram ainda a mesa de condução o Presidente da Força Sindical do Paraná, Nelson Silva de Souza, o Nelsão, os diretores da executiva Osvaldo Silveira, Paulo Pissinini e Alceu Santos, o Gaúcho.

Refletir, organizar e partir para a ação

A inspiração que norteou a fala do assessor jurídico do Sindicato, o advogado Iraci da Silva Borges, que caminha ao nosso lado desde os anos 70, veio da palestra do famoso pensador patronal José Pastore, que tem vários títulos de doutorado e recebe “muito bem, obrigado” para defender o interesse dos patrões atuando em entidades patronais. Conforme relatou Iraci, José Pastore, em discurso proferido recentemente no “Seminário O Brasil não Pode Desperdiçar a Crise Atual”, foi enfático ao defender a ideia de que “o momento é aproveitar o contexto de crise para realizar as reformas” que, no final das contas, vão acabar com todos os direitos dos trabalhadores.

Aliás, é bem fácil saber o que a patrãozada está tramando para a gente e a forma como pretendem arrancar o nosso couro. Sobre o Seminário dos patrões citado por Iraci, veja, por exemplo, o que diz esse trecho do jornal O Estado de S. Paulo, o Estadão, tradicional veículo de comunicação de tendência fortemente ligado aos interesses empresariais (para ler na íntegra, clique aqui). Ele afirma: “O competente expositor, Octavio de Barros, economista-chefe do Bradesco, tomou uma posição clara [ no Seminário ] descrevendo a crise como aguda e suficientemente forte para levar o governo, a classe política e os agentes econômicos a avançarem em temas decisivos para o país (…) É nos momento de crise aguda que se promovem mudanças e reformas – dificilmente implementadas em condições de normalidade.”

Ora, ora, a gente, do Sindicato dos Metalúrgicos, pergunta: QUEM É O BRADESCO PARA DIZER O QUE DEVE SER FEITO NO BRASIL? Será que o diretor do Bradesco está preocupado com o povo brasileiro e com os trabalhadores do Brasil? Obviamente que não! O Bradesco mal cuida de seus próprios trabalhadores (basta ver o índice de suicídios e doenças mentais entre os bancários), quem dirá cuidar dos demais trabalhadores do Brasil! Naturalmente o Bradesco só está preocupado com seus próprios lucros e com a renda de seus acionistas.

Então, o problema está claro. Este é o risco que corremos nessa crise, se não agirmos. Ver um bando de banqueiros, sanguessugas que hoje já mamam quase metade do orçamento do Brasil com juros da dívida pública, dizendo “o que devemos fazer”.

É claro que as reformas que o diretor do Bradesco defende são os cortes dos gastos com educação, o corte de direitos históricos, o corte de aposentadorias, o fim do seguro-desemprego e de todos os outros benefícios sociais! Assim sobra mais dinheiro para os bancos faturarem como juros da dívida pública. Essa foi tônica do Seminário realizado dos patrões: “aproveitar a crise para tirar todos os direitos dos trabalhadores, para enxugar o Brasil, acabar com todas as garantias sociais que levamos anos para conquistar, inclusive reduzindo a renda e achatando os salários”.

E nós? Vamos ficar chupando o dedo?

E nós?  E nós, trabalhadores??? Vamos ficar de braços cruzados? Vamos ficar olhando e chupando o dedo? Essa é a questão que está na mesa para gente pensar (e agir!).

Alguns cortes de direitos já passaram. A Lei que aprova a terceirização de um jeito que acaba com todos os direitos trabalhistas já passou na Câmara Federal a agora está no Senado. No começo do ano, a presidente já baixou duas MPs que cortaram direitos dos trabalhadores na Previdência Social. Cada vez mais, alertou Iraci, os empresários vão lançar propostas absurdas que são subtrair e exterminar direitos que levamos décadas e décadas para conquistar. “Então, é hora de começar a preparar e partir pra ação!”

Finalizando sua fala, Iraci Borges foi enfático. “Se a gente ficar olhando a crise, atemorizados, sem ação e paralisados, vai sobrar pra nós. Vai cair tudo nas nossas costas. Temos que agir, e rápido. Se a gente deixar, logo não teremos nada. Os patrões estão se organizando fortemente. Nós temos que fazer a nossa parte e se organizar também”.

Como a nossa luta funciona

O secretário-geral Jamil Davila explicou aos dirigentes a organização interna do Sindicato, abordando como deve ser o fluxo de informações e a forma de tomada de decisões. Tudo com foco na melhor organização dos trabalhadores nas fábricas visando garantir melhores resultados e efetividade nas mobilizações. “Se a gente sabe onde quer chegar e tem um norte e objetivo claros, vamos dar um jeito, buscar os meios e partir pra lá. Agora sem destino, qualquer vento serve, mas não se vai a lugar nenhum”, comentou nosso secretário-geral.

“Se a gente sabe onde quer chegar e tem um norte e objetivo claros, vamos dar um jeito, buscar os meios e partir pra lá", ressalta o secretário geral do SMC, Jamil Davila

Falou também sobre metas de sindicalização, posturas na atuação sindical, relações com os trabalhadores e outros assuntos fundamentais para a construção de uma categoria cada vez mais forte e organizada.

Se preparar e partir pra luta!

Roberto Eltermman, o famoso “Robertão”, que também milita há décadas no nosso lado,  hoje diretor da Federação dos Metalúrgicos, relembrou os tempos de dificuldade de antigamente e destacou que dificuldades sempre fizeram parte da luta sindical, conclamando a diretoria para afiar os instrumentos, não se intimidar e pelo contrário, partir pra luta com força total! “Isso não é de hoje, não é a primeira dificuldade e não vai ser a última. Nós também tínhamos dificuldades. Até o ano de 84 a gente ralou muito para manter o emprego dos trabalhadores e o Sindicato forte. Isso faz parte. Temos que nos organizar e partir pra luta”.

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Fetim define linha de trabalho focada na “manutenção do que já foi conquistado”

 Reunida hoje de manhã na chácara do SMC, em São José dos Pinhais a diretoria executiva da Federação dos Trabalhadores Metalúrgicos do Paraná (Fetim) definiu sua linha de trabalho, principalmente em relação a negociação da data base.

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Cidadania “Seminário Planejamento de Diretrizes Orçamentárias e Ação Sindical” debate importância do movimento sindical na fiscalização do orçamento público

Iniciativa da Força-PR teve como objetivo debater a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA) e como os sindicatos devem fazer parte desses processos

“Orçamento é a data-base do cidadão”, simplificou o economista Cid Cordeiro ao explanar a importância da população fiscalizar as contas públicas. A observação foi feita durante palestra no “Seminário Planejamento de Diretrizes Orçamentárias e Ação Sindical” realizado pela Força Sindical do Paraná na manhã terça (09) no Sindicato dos Metalúrgicos de Londrina.
A iniciativa que contou com a presença de lideranças sindicais do Paraná e de vários estados do país teve como objetivo debater a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA) e como os sindicatos devem fazer parte desses processos (veja mais abaixo).
“O dirigente sindical representa a sua categoria, mas também pode representar a comunidade. Isto porque ele também é um ‘ator politico’ na cidade”, reforçou Cid Cordeiro.
A parte técnica da LDO e LDA foi detalhada pela contadora Eliane Silva que também destacou a participação do movimento sindical na fiscalização. “A participação sindical é importante, pois intensifica esta fiscalização. Como exemplo, podemos citar participação nas audiências públicas”, analisou Eliane.
Lideranças sindicais também ressaltaram a importância do Seminário idealizado pela Força-PR.
De acordo com Claudio Prado, diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo o assunto engloba até avanços salariais.  “Esta discussão influencia até para a questão salarial do funcionalismo publico que deve estar incluída nas contas do município. Neste caso nós precisamos pressionar para que tenha este aumento para categoria”, disse Claudio.
“A linha da Força-PR precisa ser estendida para todos os sindicatos do país. Precisamos entender como funciona o orçamento publico para atuar também em prol da comunidade na qual o trabalhador está inserido”, ressaltou Thiago Candido Ferreira, Secretário Geral do Sindicato dos Metalúrgicos de Catalão.
O presidente da Força-PR, Sérgio Butka fez uma analise positiva sobre o Seminário. “Esta discussão da administração publica é repassada para o movimento sindical que por sua vez precisa interagir com os municípios e trazer resultado para a comunidade. Foi um Seminário importante a exemplo de outras ações como o ‘Eleições Limpas’ e a ‘Auditoria Cívica na Saúde”, analisou Butka.
Além da LDO e LOA foram debatidos também “Crise Econômica, greves setoriais e a precarização do emprego”, com o advogado trabalhista, Iraci Borges e “Analise conjuntural – Leis Trabalhistas em Votação no Congresso Nacional e as Mobilizações Nacionais “, com o sociólogo João Guilherme Vargas Neto.
O que é LDO e LOA?
LDO: Estabelece as metas e prioridades para o ano seguinte, orienta a elaboração do Orçamento, dispõe sobre alteração na legislação tributária, estabelece a política de aplicação das agências financeiras.
LOA: A Lei Orçamentária Anual – LOA é elaborada pelo Executivo segundo as diretrizes aprovadas na LDO e estabelece a previsão de receitas (arrecadação) e despesas (gastos) do governo para o ano seguinte.
“Força-PR cidadã”
Esta não é a primeira vez que a central idealiza ações de cidadania. Recentemente a Força-PR realizou em parceria com Instituto de Fiscalização e Controle (IFC) em São José dos Pinhais a “Auditoria Cívica na Saúde”. O objetivo deste projeto é qualificar cidadãos voluntários para fiscalizar a qualidade dos serviços nas Unidades de Saúde e cobrar melhorias das autoridades responsáveis.
Na esfera eleitoral a Força-PR trouxa ao estado o projeto “Eleições Limpas” de autoria do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE). A principal missão do projeto é colocar o fim do financiamento das empresas nas campanhas eleitorais.

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Metalúrgicos injetarão R$ 7,3 bilhões na economia com o 13º salário

O pagamento do 13º salário de 2014 aos quase 2,5 milhões de metalúrgicos de todo o país injetará aproximadamente R$ 7,3 bilhões na economia neste ano. Na comparação com 2013, houve um crescimento de 6,5% no montante pago aos trabalhadores da categoria.

Neste estudo não é considerado o adiantamento da primeira parcela do 13º salário ao longo do ano, uma vez que parcela indeterminada de trabalhadores recebem parcialmente o pagamento do 13º no momento em que tiram férias. O mesmo se aplica aos casos em que há o recebimento parcial antecipado por definição, por exemplo, de Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) ou Convenção Coletiva de Trabalho (CCT).

Os 2.446.272 trabalhadores do setor metalúrgico no Brasil participam com 34,6% dos recursos pagos aos trabalhadores formais da indústria. Esse mesmo montante representa ainda 6,7% do total que será injetado na economia brasileira entre todos os setores.

O estudo feito leva em conta dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), ambos do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Estão descritos, portanto, apenas os metalúrgicos do mercado formal de trabalho.

Para obter o número total de trabalhadores metalúrgicos foi utilizada a RAIS 2013 complementada por atualização do Caged até o mês de setembro de 2014 e para fins de cálculo da remuneração média também foi utilizada a RAIS 2013 com atualização dos valores através da variação do INPC-IBGE até setembro de 2013.

A região Sudeste reponde por 68,9% do 13º salário estimado do setor metalúrgico, equivalente ao montante de R$ 5 bilhões do total. Para a região Sul estima-se que deverá ser pago 21,6% dos recursos estimados. Na sequência aparece o Nordeste (4,5%); Norte (3,4%) e Centro-Oeste (1,4%).

As unidades da federação que mais contribuem para o total de R$ 7,3 bilhões são: São Paulo com R$ 3,6 bilhões (49,7% do valor total); Minas Gerais, com R$ 798 milhões (11%); Rio Grande do Sul com R$ 669 milhões (9,2% do total) e Paraná com R$ 473 milhões (6,5% do total). Na região Norte se destaca o Amazonas com R$ 206 milhões (2,8% do total); no Nordeste a Bahia com pouco mais de R$ 121 milhões (1,7% do total) e no Centro-Oeste o Estado do Goiás com R$ 60 milhões (menos que 1%).

(Fonte: Dieese)

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Trabalho decente é foco de abertura do Seminário da IndustriALL

Foi iniciado na manhã desta quarta-feira, em Guaraqueçaba, litoral do Paraná, o Seminário da IndustriALL, que tem como tema o “Trabalho Precário e em Defesa de Política para Promoção do Trabalho Decente”. Participaram da mesa de abertura o presidente do SMC, Sérgio Butka, a prefeita de Guaraqueçaba, Lilian Narloch, e o coordenador da IndustriALL, Elias José (Pintado ), entidade internacional de apoio às políticas sindicais que representa os trabalhadores dos setores dos químicos, têxteis, couro e calçados e metalúrgicos. Continue lendo

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Fetim debate questões pontuais para 2015

Foi realizada nesta terça-feira (28) a reunião da diretoria executiva da Fetim, em Foz do Iguaçu. O debate abordou questões pontuais para a classe trabalhadora em 2015.

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Presidente da Força Sindical do Paraná participa de encontro com Michel Temer, em Curitiba

O presidente da Força Sindical do Paraná, Sérgio Butka,  se reuniu hoje (22), com o vice-presidente da República, Michel Temer, para tratar sobre o apoio à candidatura de Dilma Rousseff (PT) nesta reta final das eleições. O encontro aconteceu  no início da noite desta quarta-feira (22). Além da Força, estiveram presentes representantes de outras Centrais Sindicais, Federações e Sindicatos de várias categorias. Continue lendo

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Haarslev fecha acordo salarial com aumento real de 2,5%

Depois de rejeitar a primeira proposta de acordo salarial apresentada pelos trabalhadores e pelo SMC, a fabricante de equipamentos agropecuários Haarlev, situada na Cidade Industrial de Curitiba, fechou uma negociação em que se comprometeu a reajustar os salários, repondo as perdas do INPC e garantindo aumento real de 2,5%.

O acordo foi definido após a apresentação de uma segunda proposta, que teve prazo de 48 horas para ser analisada. O salário corrigido passará a ser pago a partir de primeiro de janeiro de 2015.

Além disso, a Haarslev vai pagar um abono anual de R$ 2.000 a seus cerca de 150 funcionários e um vale-mercado no valor de R$ 150 mensais.

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Nota à sociedade brasileira

A plena observância ao princípio constitucional da transparência demanda a divulgação dos nomes de todos os doadores antes do dia da votação. Só assim será possível para os eleitores o exercício minimamente informado do direito de voto.

O Tribunal Superior Eleitoral tem adotado medidas para aumentar a transparência nas contas de campanha. Reconhecemos os avanços já obtidos nesse campo pela nossa Justiça Eleitoral. Mas a democracia brasileira precisa de ainda mais. Continue lendo

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