Campanha nacional “Cortar Direitos Não Gera Emprego! Retomada da Economia Já” Metalúrgicos da Grande Curitiba se mobilizam para ato no dia 29 contra corte de direitos trabalhistas e pela retomada econômica

Vinte mil trabalhadores de dez fábricas participaram hoje (22) de atos liderados pelo Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba em preparação para paralisação geral nacional da categoria agendada para 29 de setembro

Hoje, pela manhã (22), cerca de 20 mil metalúrgicos da Grande Curitiba participaram de mobilizações em preparação para o “Dia Nacional de Paralisações e Lutas pelos Direitos”, quando, no próximo dia 29 de setembro, mais de 2 milhões de metalúrgicos de todo o Brasil cruzarão os braços em protesto contra a retirada de direitos e para exigir do governo ações de retomada econômica. Os atos de hoje foram liderados pelo Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC) e mobilizaram os trabalhadores da Renault, Volkswagen, Volvo, Aker Solutions, Bosch, CNH, WHB, Furukawa, AAM do Brasil e Brafer. A iniciativa também faz parte das manifestações que as centrais sindicais convocaram nacionalmente nessa quinta-feira, em todo o País, pela retomada da economia.

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Nota de falecimento

A Fetim lamenta a perda da senhora Tereza Durval, mãe do presidente da Força Sindical e deputado federal (SDD), Paulo Pereira da Silva, o Paulinho. Tereza também era mãe dos sindicalistas Rubens e Valdir Pereira, diretores do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Mogi e Região.

O corpo de Tereza será velado no Velório Municipal de Caieiras Orlando Mollo, na Rua Padre Aquiles Silvestre nº 80, em Caieiras,  a partir das 14 horas. O sepultamento acontecerá às 17 horas no Cemitério da Saudade de Caieiras, ambos na região central da cidade.

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Com posições políticas divergentes, centrais sindicais organizam ato comum contra juros e desemprego

Com posicionamentos divergentes sobre o impeachment da presidente Dilma Rousseff e na relação com o governo interino de Michel Temer, as seis principais centrais sindicais do país organizam um inédito ato de rua em que estarão juntas por uma pauta trabalhista comum. CUT, Força Sindical, UGT, Nova Central, CTB e CSB marcharão unidas pela Avenida Paulista no próximo dia 19 para reivindicar a redução de juros e por mais empregos.

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Propor jornada de 80 horas semanais é uma provocação ao trabalhador brasileiro

Nós sindicalistas repudiamos a sugestão, proferida pelo presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, nesta sexta-feira (8), após uma reunião com o presidente interino Michel Temer e cerca de 100 empresários do Comitê de Líderes da MEI (Mobilização Empresarial pela Inovação), segundo a qual o Brasil deveria ampliar sua carga horária de trabalho em até 80 horas semanais e de 12 horas diárias para classe trabalhadora.
Neste momento em que as centrais sindicais buscam um diálogo, a fim de estabelecer um consenso benéfico para todos, tal afirmação, que faz lembrar a situação da classe operária do século 19, surge como uma provocação estapafúrdia ao povo brasileiro.

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Comissão Especial da Câmara aprova relatório sobre financiamento sindical

Relatório do deputado Bebeto (PSB-BA) propõe regulamentação da contribuição negocial; desconto será mensal e definido em assembleia; valor não poderá ultrapassar 1% da remuneração bruta anual; “É um passo importante para uma maior representatividade e fortalecimento do movimento sindical”, disse deputado Paulo Pereira da Silva, presidente da Força Sindical; tucanos votaram contra, mas foram minoria

A Comissão Especial que elabora projeto de lei sobre financiamento da atividade sindical aprovou quase que por unanimidade – apenas dois parlamentares votaram contra e teve apenas uma abstenção – o relatório, de autoria do deputado Adalberto Galvão, Bebeto (PSB-BA) propõe a regulamentação da contribuição negocial. “Queremos promover um regramento jurídico”, diz o deputado, acrescentando que atualmente já existem casos de cobrança que podem chegar a até 5% do rendimento dos trabalhadores.

“Com a regulamentação do financiamento sindical vamos garantir o aumento da representatividade e do fortalecimento do movimento sindical, neste momento em que se discute o avanço da negociação coletiva”, afirma o presidente da Comissão Especial, o deputado federal e presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, Paulinho.

A proposta prevê, ainda, a criação do Conselho Nacional de Autorregulação Sindical, para fixar parâmetros mínimos de organização sindical, como regras de eleições democráticas, mandato, transparência e gestão.

O relatório estabelece uma Contribuição Negocial, a ser descontada de trabalhadores e aprovada em assembleias. O valor não poderá ficar acima de 1% da remuneração bruta anual. Do total, 80% vai para os Sindicatos, 7% para a Federação, 5% para a Confederação e 5% para a Central Sindical, 0,5% para o Dieese, 2% para Conselho Nacional de Autorregulamentação Sindical e 0,5% para o Ministério do Trabalho.

Os deputados federais Orlando Silva (PCdoB/SP), Roberto Santiago (PSD/SP), e Leonardo Monteiro (PT/MG), junto com o presidente e o relator da Comissão, em debate sobre o tema ocorrido na última segunda-feira (04), na sede do Dieese, em São Paulo, contribuíram para que as centrais sindicais fechassem proposta unitária.

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NOTA OFICIAL DA FORÇA SINDICAL DO PARANÁ: Posição da Força Sindical nacional não reflete posição dos Sindicatos filiados

Alertamos que a posição da Força Sindical nacional emitida em nota oficial para repercutir as medidas econômicas anunciadas pelo presidente em exercício Michel Temer, nesta terça-feira (24/05), não reflete a posição dos seus Sindicatos filiados. Em nenhum momento, as entidades filiadas foram consultadas sobre sua visão do pacote anunciado.

Causa-nos estranheza que a nota elogia as medidas sem levar em conta os riscos maléficos que tais propostas podem causar nas áreas da saúde e educação ao desobrigar o Estado a cumprir o investimento mínimo como determina a Constituição Federal. Ao propor tal medida, o governo sinaliza que vai querer botar ordem na casa às custas, mais uma vez, dos trabalhadores e da população menos favorecida, contradizendo, dessa forma, a promessa que ele mesmo fez de que não mexeria em direitos trabalhistas e sociais.

Nossa Central sempre se pautou pela defesa dos direitos dos trabalhadores e da sociedade brasileira. Dessa forma, não é possível aplaudirmos cortes na educação e na saúde como sendo a saída para o Brasil sair da crise. O trabalhador já está tendo que pagar uma conta alta, ficando entre a cruz e a espada ao ser obrigado a escolher entre  sacrificar direitos ou manter empregos.

Assim, nós, da Força Paraná, reiteramos que não endossamos a nota emitida como sendo a posição da Central. A nota reflete apenas a opinião pessoal do presidente Paulinho da Força, e a de seu partido político, o Solidariedade, que faz parte da base política do novo governo.

Nossa posição é bem clara: Entendemos que ajustes para arrumar a economia são necessários. Mas deixamos claro que não vamos aceitar que a solução da crise seja feita às custas dos trabalhadores. Se o governo tem que cortar, que comece pela parte de cima da tabela, cortando a promiscuidade dos juros que alimentam os lucros dos bancos através da dívida pública, acabando com os milhares de privilégios que sustentam comissionados e a elite política e econômica do País com dinheiro público, aumentando a taxa sobre a remessa de lucros das empresas que recebem incentivos fiscais, fortalecendo o combate à corrupção, entre outras medidas desse porte.

Se for para arrumar a casa, que Temer comece primeiro cortando os privilégios da elite dominante. Tem nosso total apoio nesse sentido.

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Centrais se reúnem hoje (16), às 15h, com Temer para debater a reforma da previdência

Logo mais, às 15h, em Brasília, as direções nacionais das centrais sindicais (Força Sindical, UGT, Nova Central e CSB) participam de uma reunião com o presidente interino Michel Temer. O objetivo do encontro, aliás, solicitado por Temer é debater mudanças na Previdência Social. Também vão participar da reunião os ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Trabalho, Ronaldo Nogueira.

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Federação dos Metalúrgicos do Paraná debate luta contra ameaças aos direitos trabalhistas

A diretoria da Federação dos Metalúrgicos do Paraná – Fetim – se reuniu na tarde desta quarta-feira (06) para debater a situação política nacional e suas consequências para os trabalhadores.  Para os diretores a situação real é a de que tanto com Dilma, como com Temer, os trabalhadores terão que estar unidos e mobilizados para enfrentar  a ofensiva patronal contra os seus direitos.

No Congresso, existem mais de 40 projetos que flexibilizam ou acabam com os direitos trabalhistas e sociais. Já o PMDB de Michel Temer, lançou o Ponte para o Futuro que, para o trabalhador, será uma ponte para o inferno, pois contem propostas totalmente favoráveis aos patronal e prejudiciais aos trabalhadores.

“Diante da conjuntura que se desenha no horizonte, se o trabalhador e o movimento sindical não estiverem unidos para enfrentar a tempestade que vem por aí, vão sofrer na pele as consequências.  É preciso união e luta para barrar a ofensiva contra os nossos direitos”, diz o presidente da Fetim, Sérgio Butka.

130 anos do 1º de Maio

Também foi debatido o 1º de Maio, dia do trabalhador. O objetivo é usar a data, que nesse ano completa 130 anos,  para reforçar a necessidade dos trabalhadores estarem unidos na luta para preservar seus direitos históricos, conquistados com muito suor e sangue. “É preciso resgatar o significado do 1º de Maio para mostrar aos mais jovens que todos os direitos que gozam agora não vieram de graça. E que se não tivermos os mesmo espírito de luta, corremos o risco de ficar sem esses direitos”, conclui Sérgio.

Participaram da reunião, os metalúrgicos da Grande Curitiba, de Cascavel, Londrina, Paranaguá, Irati, Maringá e de Pato Branco.

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Unidade: Rede Sindical da Thyssenkrupp debate estratégias para avançar na luta por melhores condições de trabalho e salário

Décimo encontro foi realizado em São José dos Pinhais (PR) e contou com a participação do SMC

Nesta quarta e quinta (30 e 31) foi realizado o 10ª encontro da Rede Sindical Thyssenkrupp em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba. O debate contou com várias lideranças sindicais ligadas a Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM-Força Sindical) e a Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM-CUT) de várias regiões que representam as unidades brasileiras da Thyssenkrupp, fabricante de elevadores e autopeças.

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Unidade: Rede Sindical da Thyssenkrupp debate estratégias para avançar na luta por melhores condições de trabalho e salário

Nesta quarta e quinta (30 e 31) foi realizado o 10ª encontro da Rede Sindical Thyssenkrupp em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba. O debate contou com várias lideranças sindicais ligadas a Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM-Força Sindical) e a Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM-CUT) de várias regiões que representam as unidades brasileiras da Thyssenkrupp, fabricante de elevadores e autopeças.

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