NOTA OFICIAL DA FORÇA SINDICAL DO PARANÁ: Posição da Força Sindical nacional não reflete posição dos Sindicatos filiados

Alertamos que a posição da Força Sindical nacional emitida em nota oficial para repercutir as medidas econômicas anunciadas pelo presidente em exercício Michel Temer, nesta terça-feira (24/05), não reflete a posição dos seus Sindicatos filiados. Em nenhum momento, as entidades filiadas foram consultadas sobre sua visão do pacote anunciado.

Causa-nos estranheza que a nota elogia as medidas sem levar em conta os riscos maléficos que tais propostas podem causar nas áreas da saúde e educação ao desobrigar o Estado a cumprir o investimento mínimo como determina a Constituição Federal. Ao propor tal medida, o governo sinaliza que vai querer botar ordem na casa às custas, mais uma vez, dos trabalhadores e da população menos favorecida, contradizendo, dessa forma, a promessa que ele mesmo fez de que não mexeria em direitos trabalhistas e sociais.

Nossa Central sempre se pautou pela defesa dos direitos dos trabalhadores e da sociedade brasileira. Dessa forma, não é possível aplaudirmos cortes na educação e na saúde como sendo a saída para o Brasil sair da crise. O trabalhador já está tendo que pagar uma conta alta, ficando entre a cruz e a espada ao ser obrigado a escolher entre  sacrificar direitos ou manter empregos.

Assim, nós, da Força Paraná, reiteramos que não endossamos a nota emitida como sendo a posição da Central. A nota reflete apenas a opinião pessoal do presidente Paulinho da Força, e a de seu partido político, o Solidariedade, que faz parte da base política do novo governo.

Nossa posição é bem clara: Entendemos que ajustes para arrumar a economia são necessários. Mas deixamos claro que não vamos aceitar que a solução da crise seja feita às custas dos trabalhadores. Se o governo tem que cortar, que comece pela parte de cima da tabela, cortando a promiscuidade dos juros que alimentam os lucros dos bancos através da dívida pública, acabando com os milhares de privilégios que sustentam comissionados e a elite política e econômica do País com dinheiro público, aumentando a taxa sobre a remessa de lucros das empresas que recebem incentivos fiscais, fortalecendo o combate à corrupção, entre outras medidas desse porte.

Se for para arrumar a casa, que Temer comece primeiro cortando os privilégios da elite dominante. Tem nosso total apoio nesse sentido.

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Centrais se reúnem hoje (16), às 15h, com Temer para debater a reforma da previdência

Logo mais, às 15h, em Brasília, as direções nacionais das centrais sindicais (Força Sindical, UGT, Nova Central e CSB) participam de uma reunião com o presidente interino Michel Temer. O objetivo do encontro, aliás, solicitado por Temer é debater mudanças na Previdência Social. Também vão participar da reunião os ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Trabalho, Ronaldo Nogueira.

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Federação dos Metalúrgicos do Paraná debate luta contra ameaças aos direitos trabalhistas

A diretoria da Federação dos Metalúrgicos do Paraná – Fetim – se reuniu na tarde desta quarta-feira (06) para debater a situação política nacional e suas consequências para os trabalhadores.  Para os diretores a situação real é a de que tanto com Dilma, como com Temer, os trabalhadores terão que estar unidos e mobilizados para enfrentar  a ofensiva patronal contra os seus direitos.

No Congresso, existem mais de 40 projetos que flexibilizam ou acabam com os direitos trabalhistas e sociais. Já o PMDB de Michel Temer, lançou o Ponte para o Futuro que, para o trabalhador, será uma ponte para o inferno, pois contem propostas totalmente favoráveis aos patronal e prejudiciais aos trabalhadores.

“Diante da conjuntura que se desenha no horizonte, se o trabalhador e o movimento sindical não estiverem unidos para enfrentar a tempestade que vem por aí, vão sofrer na pele as consequências.  É preciso união e luta para barrar a ofensiva contra os nossos direitos”, diz o presidente da Fetim, Sérgio Butka.

130 anos do 1º de Maio

Também foi debatido o 1º de Maio, dia do trabalhador. O objetivo é usar a data, que nesse ano completa 130 anos,  para reforçar a necessidade dos trabalhadores estarem unidos na luta para preservar seus direitos históricos, conquistados com muito suor e sangue. “É preciso resgatar o significado do 1º de Maio para mostrar aos mais jovens que todos os direitos que gozam agora não vieram de graça. E que se não tivermos os mesmo espírito de luta, corremos o risco de ficar sem esses direitos”, conclui Sérgio.

Participaram da reunião, os metalúrgicos da Grande Curitiba, de Cascavel, Londrina, Paranaguá, Irati, Maringá e de Pato Branco.

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Unidade: Rede Sindical da Thyssenkrupp debate estratégias para avançar na luta por melhores condições de trabalho e salário

Décimo encontro foi realizado em São José dos Pinhais (PR) e contou com a participação do SMC

Nesta quarta e quinta (30 e 31) foi realizado o 10ª encontro da Rede Sindical Thyssenkrupp em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba. O debate contou com várias lideranças sindicais ligadas a Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM-Força Sindical) e a Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM-CUT) de várias regiões que representam as unidades brasileiras da Thyssenkrupp, fabricante de elevadores e autopeças.

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Unidade: Rede Sindical da Thyssenkrupp debate estratégias para avançar na luta por melhores condições de trabalho e salário

Nesta quarta e quinta (30 e 31) foi realizado o 10ª encontro da Rede Sindical Thyssenkrupp em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba. O debate contou com várias lideranças sindicais ligadas a Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM-Força Sindical) e a Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM-CUT) de várias regiões que representam as unidades brasileiras da Thyssenkrupp, fabricante de elevadores e autopeças.

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Veja quem é a favor ou contra abrir a caixa preta da dívida pública brasileira

Força-PR iniciou trabalho para saber posicionamento dos deputados federais e senador do Paraná sobre o veto presidencial na Auditoria da Dívida Pública

Na ultima sexta-feira (04) a Força Sindical do Paraná iniciou um trabalho para intensificar a luta pela Auditoria da Dívida Pública no país. A central entrou em contato com os gabinetes de todos os deputados federais e senadores do estado.

O objetivo foi saber o posicionamento de cada parlamentar em relação ao veto aplicado pela presidente Dilma Roussef, em janeiro deste ano, que trava a abertura da caixa preta da dívida pública. Dos 30 deputados, 11 são pela derrubada do veto e dos 3 senadores, 2 também já tem o mesmo posicionamento. Os demais estão em cima do muro.

Uma votação para decidir se derrubava ou não o veto presidencial estava marcada para esta terça-feira (8) às 19h, no Congresso Nacional, porém, foi desmarcada, sem previsão de nova data.

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Transparência:Força-PR inicia hoje cruzada para saber posicionamento dos parlamentares do Paraná sobre abertura da caixa preta da dívida pública do Brasil

Derrubada do veto presidencial que proíbe a Auditoria da Dívida Pública no país será colocado em votação no Congresso Nacional na próxima terça-feira, dia 8, ás 19h

"Fórum da Dívida Pública, o Ralo do Nosso dinheiro", realizado pela Força-PR em 2015, com a participação da ex-auditora da Receita Federal e integrante do Comitê da Dívida Grega, Maria Lúcia Fatorelli, que lidera a Auditoria Cidadã da Dívida

Nesta sexta-feira (04) a Força-PR inicia um trabalho para saber o posicionamento dos trinta deputados federais e dos três senadores do Paraná em relação a abertura da caixa preta da dívida pública do Brasil. Para isto a central vai entrar em contato com os parlamentares para verificar se são contra ou a favor da abertura da caixa preta. O resultado será divulgado em painéis públicos espalhados em Curitiba e nas maiores cidades do estado.

A iniciativa da central antecede a votação que será realizada na terça-feira, dia 8, ás 19h, no Congresso Nacional. Nesta data os parlamentares decidirão se derrubam ou não veto aplicado em janeiro deste ano pela presidente Dilma Roussef que proíbe a Auditoria da Dívida Pública, medida incluída no Plano Plurianual (PPA 2016-2019).

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Nota da Força Sindical sobre decisão do Banco Central de manter a taxa Selic

É decepcionante perceber que o conservadorismo continua marcando as decisões do Comitê de Política Monetária – Copom. Ao manter a taxa Selic, o governo penaliza o setor produtivo e a geração de empregos e renda. É uma decisão nefasta, baseada em uma política econômica equivocada, que acelera a economia em direção a um redemoinho de incertezas, penalizando os trabalhadores.

É importante destacar que esta política de juros estratosféricos derruba a atividade econômica, deteriora o mercado de trabalho e a renda, aumenta o desemprego e diminui a capacidade de consumo das famílias. E, ainda, reduz a confiança e os investimentos, o que compromete a capacidade de crescimento econômico futuro.

Defendemos a imediata redução da taxa de juros e a implementação de uma política que priorize a retomada do investimento, o crescimento da economia, a geração de emprego, a redução da desigualdade social, o combate à pobreza e a distribuição de renda.

Portanto, a alta taxa básica de juros é totalmente contrária aos interesses da classe trabalhadora.

Fonte: Força Sindical

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Copom mantém juros em 14,25% ao ano pela quinta vez seguida

Pela quinta vez seguida, o Banco Central (BC) não mexeu nos juros básicos da economia. Por 6 votos a 2, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve hoje (2) a taxa Selic em 14,25% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas, que preveem que a taxa permanecerá inalterada até o fim do ano.

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Centrais protestam contra os juros altos em São Paulo

Hoje no Brasil não tem investimento, tem especulação. E  isso não gera emprego. É preciso mudar a política econômica para colocar, de novo, o Brasil nos trilhos do desenvolvimento. Temos feito nossa parte de traçar estratégias para que o País saia da crise, mas com os juros altos não dá”, declara Miguel Torres, vice-presidente da Força Sindical.

Miguel representou no ato contra os juros altos, realizado em frente o Banco Central, na Avenida Paulista, o presidente da Central, Paulo Pereira da Silva,que também é deputado federal. A manifestação foi realizada no 1º dia da reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), que divulga a nova taxa Selic amanhã (dia 2).

As centrais sindicais levaram para a manifestação, dez caixas de bananas que foram distribuídas para a população. Na banca onde foram colocadas as frutas havia uma faixa escrita:  “aumentar a taxa de juros é dar banana ao emprego”. “Reivindicamos uma política econômica  que beneficie os trabalhadores com emprego, consumo e renda”, afirma João Carlos Gonçalves, Juruna, secretário-geral da Força Sindical.

“Questionamos atual política econômica porque queremos a geração de emprego e renda para o País sair da crise”, destacou Nelson Silva Souza, presidente da Força Sindical-PR. Segundo ele, o caos provocado pelo desemprego precisa parar. “Não podemos baixar a cabeça, temos de enquadrar o Banco Central para baixar os juros”, disse.

O ato contra os juros altos teve também a participação dos estudantes que criticaram o fato de a política econômica afetar as pessoas mais pobres.

Fonte: Força Sindical

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